quinta-feira, 10 de março de 2011

Introdução - o segundo barco

Nosso BLOG está de cara nova... depois de um tempão sem atualização.

A chegada do novo marinheiro nesse porto chamado “Terra” está prevista pra acontecer entre o dia 10 e 23 de junho (2011). É um meninão e se chama ANDRÉ.

Nossa idéia é ir morar no barco entre o final de 2012 e início de 2013. O bom mesmo seria ir antes... Mas queremos fazer as coisas da forma certa, criando todas as condições necessárias pra dar (muito) certo. E vai dar!

Nesse post vamos dar seqüência ao tópico “Introdução”, que fala (em vários capítulos) e de forma breve a nossa história náutica e de certa forma mostra o como chegamos até AQUI.

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Após nossa primeira “grande viagem” com a lancha, decidimos procurar um barco maior: com banheiro de verdade e maior autonomia, o que nos daria possibilidade de dormir em locais sem necessidade de “ponto de apoio”. Mais espaço para os amigos e capacidade para 4 pessoas dormirem a bordo também era um requisito!

Vendemos a FÊNIX (nosso primeiro barco) de forma muito rápida. Os meses que se seguiram (maio e junho de 2009) foram de intensa procura pela nossa nova “casa de praia flutuante”.

ACHAMOS! Só que... o dinheiro que tínhamos era “curto”. A solução foi vender o carro principal (praticamente zero) e ficar só com o carro mais antigo (todo básico). Mas ainda assim o dinheiro não era suficiente. Então “apertamos” os cintos e pegamos dinheiro emprestado de onde foi possível (rs).

A vida é assim, temos que “priorizar” as coisas... uns preferem ter um “carro bom” (ou 2 carros), outros preferem comprar a “casa de praia” (no nosso caso, o barco). Só quem conhece a gente no dia-a-dia sabe do quanto nós temos que abrir mão para seguir a diante nesse sonho: nada de roupa de marca, eletrônicos, iPhone, iPad (hummm, esse eu “quero” muito) e até mesmo nossa “casa” sofre com essa pão-durice aguda!

Assim chegou nosso segundo barco: a PIETRA (mantivemos o nome), uma lancha de 29 pés (quase 9 metros) da marca/modelo CORAL 290 FULL com 2 motores Diesel MERCRUISER com 120HP cada (240HP no total). As condições foram bem interessantes, um barco usado (2006) só que comprado diretamente do estaleiro (fábrica) que fez uma “revisão completa” deixando a lancha com cara de NOVA.



Mais um sonho realizado... espaço de sobra, banheiro “de verdade” (dá até pra tomar banho com água quente), excelente navegação e todos os equipamentos que precisamos. Tem até geladeira e churrasqueira (oba).

Só que não foi assim tão fácil... a revisão demorou um pouco... mas valeu a pena, o barco foi todo revisado!! Ficou NOVO (como um zero KM).


Depois de revisado era necessário levar o barco “pra casa”. O estaleiro fica na cidade do Rio de Janeiro e nossa marina fica no Litoral Norte de SP (Caraguatatuba). O mar estava muito agitado, então a única saída foi levar o barco “por terra”. Contratamos uma transportadora pra levar a lancha em cima de um caminhão. Começou uma nova aventura...

Acompanhamos o caminhão com nosso carro. Foram mais de 8 horas cortando boa parte da Rodovia Rio-Santos com direito a um “susto” a cada árvore ultrapassada na rodovia, pois o barco em cima do caminhão ficou ALTO DEMAIS!




O barco chegou a salvo em Caraguatatuba na noite do dia 10-OUT-2009 (ufa). No dia seguinte o barco foi pra água e já passamos ótimos momentos nele!






A lancha ainda não estava 100%. Alguns serviços feitos pelo estaleiro apresentaram problemas, mas pouco a pouco a gente foi ajeitando tudo e ela ficou realmente ótima.

Já na virada do ano (2009 para 2010) fomos para ANGRA DOS REIS com a lancha nova. Passamos 1 semana dormindo em 4 pessoas na nossa “cabana” de praia (a lancha), na ótima companhia dos amigos Cícero e Vanessa. O passeio foi maravilhoso!! Teria sido ainda melhor se não fosse as terríveis chuvas que castigaram ANGRA e ILHA GRANDE nessa virada do ano.




Um mês depois, nas nossas férias (no final de janeiro de 2010) fomos novamente pra ANGRA DOS REIS e ILHA GRANDE... Dá pra perceber que gostamos muito daquele local (rs). Nessa ocasião recebemos a visita do Adair e Lica (pais da Jamille).





Nessas férias nós encontramos “por acaso” o HÉLIO VIANA que mora junto com a esposa MARA a bordo do veleiro MaraCatu a mais de 12 anos! Hélio mantém um BLOG super animado ( http://maracatublog.wordpress.com/ ) e é colunista da Revista Náutica. Naquele dia o Hélio estava comandando um veleiro alugado em Angra (Charter). Batemos um ótimo papo, o que botou MUITA pimenta no nosso sonho de morar no barco! Na verdade, acho que aquele foi um momento DECISIVO... Acaso? Sorte? Destino?? Sei lá...

Dormimos duas noites em frente à Ilha de Paquetá, próximo a ANGRA DOS REIS (por indicação do Hélio). Adoramos!! Numa das noites o local estava praticamente “deserto”, na outra noite tínhamos apenas um veleiro como vizinho. A incidência de luz e barulho durante a noite por lá é muito baixa, o que deixa o ambiente especial para admirar as estrelas e pensar na vida.





Terminadas as nossas férias, seguimos navegando nos fins de semana e feriados. Aproveitamos muito, tomamos muito vinho, passeamos e o melhor de tudo: cultivamos boas amizades e fizemos novas!! É incrível como a gente conhece pessoas especiais nesse mundo náutico. Um exemplo disso foi a comemoração desse último ano novo (2010/2011), com uma turma pra lá de animada: Carlos e família (da FLOYD), Zé e Silvana (da BAMBINI), Alex e Vanessa (da OCEANITIS) - turma incrível que fez desse réveillon uma grande festa no mar.

Ainda estamos com esse barco. Aproveitando sempre que possível, mas já estamos vendendo essa lancha  para comprar nosso barco-casa! Quem tiver interesse basta procurar (no Mercado Livre) por "CORAL 290 Diesel" e vai reconhecer as fotos da PIETRA no anúncio.




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Agora no início de 2011 nós saímos de férias. Aproveitamos para conseguir mais informações sobre como é a “vida no mar”. Passamos um dia ótimo com Hélio e Mara do MaraCatu, onde tivemos o prazer de  conhecer outros casais que moram no barco lá em ANGRA (na Marina Bracuhy). Fomos para SALVADOR onde “moramos” no Catamarã GUMA por alguns dias junto com o David Hermida e a Vera que nos cederam um quarto na “casa de praia deles” (o GUMA); foram dias especiais onde conhecemos uma turma pra lá de animada. Fomos também para SÃO LUIZ, no Maranhão, conhecer alguns estaleiros que fabricam catamarãs aqui no Brasil... Mas... isso tudo não é “Introdução”, são acontecimentos recentes e serão contados em outro tópico (em breve).

Abraços e obrigado por chegar até aqui ;)
Fernando, Jamille e André Previdi

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Introdução - a primeira “grande” viagem

OK, o texto ficou muito grande, é verdade. Para quem gosta “da coisa” sugiro a leitura completa e para os “simpatizantes” uma olhada nas fotos e nos vídeos.

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Antes mesmo de comprar o primeiro barco nossa “atração” por PARATY e ANGRA já era grande. Algo que foi até mencionado no primeiro Post da “Introdução” (descobrindo o MAR) quando falamos dos passeios para Ilha Grande. Aquela região foi um dos fatores decisivos para embarcarmos de vez nessa vida (e é onde pretendemos morar por alguns anos quando nosso barco-casa estiver pronto).

Uma das influências foi o “guia” que a Revista Náutica publica no início do verão, que apresenta ANGRA, PARATY e as ilhas daquela região sob uma ótica irresistível pra quem ama o mar.

Enfim, assim que compramos a lancha no final de 2007 a idéia de se aventurar por aquelas bandas não saia da minha cabeça...

MAS, quem tem alergia a “naufrágios”, na vida e no mar, precisa: SONHAR, PESQUISAR, PLANEJAR, PREPARAR e só depois FAZER. E tudo isso, com o coração!

Pois bem, fizemos essa viagem somente em Fevereiro de 2009.

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Nosso destino envolvia uma travessia mais longa, que compreende navegar do Litoral Norte de SP (região da ILHABELA) até PARATY e ANGRA. Com uma lancha (barco rápido), o tempo de navegação (direto, sem paradas) é de mais ou menos 3 ou 4 horas (em “alta” velocidade).

Começamos a planejar a viagem em 2008. Foram meses e meses de pesquisa, troca de centenas de mensagens com pessoas mais experientes (obrigado aos amigos do Fórum, devo essa principalmente a vocês).

Tínhamos dois “desafios” que nos tiravam o sono: a tal ponta do Joatinga (conhecida por ser uma região de mar agitado e traiçoeiro) e também as lajes e pedras submersas da região onde íamos navegar!!

Pra quem não conhece, vale comentar sobre esses “obstáculos” que existem no fundo do mar e que representam um tremendo risco a navegação: imagine você acertar uma “pedra”, no meio do mar, que fica “escondida” a ponto de não ser vista mas numa profundidade baixa o suficiente pra você “acertar” a parte submersa do seu barco!! Agora imagine acertar essa “pedra submersa” em alta velocidade... será que é motivo pra tomar certos cuidados??

Pra completar, algumas pessoas consideravam nosso barco “muito pequeno” pra empreitada; diziam que o certo a fazer era levar o barco por terra (num caminhão)... mas outros (os mais “ousados”), lembravam que o “casco” do meu barco era “marinheiro” e meu motor muito bom; afirmavam que se eu tomasse os devidos cuidados dava pra fazer essa “travessia” com os riscos bem minimizados --- pois bem, sempre fui mesmo do grupo dos mais ousados --- espero que isso nunca me coloque numa encrenca grande demais da qual eu não consiga sair, mas pra minha sorte eu tenho a Jamille, que é justamente o contrário e acaba “equilibrando” as coisas.

Fizemos a lição de casa: Revisamos toda a lancha (principalmente o motor, rádio, parte elétrica, luzes de navegação e demais ITENS DE SEGURANÇA); testamos tudo durante alguns fins de semana antes da viagem; fizemos antecipadamente contato com alguns pontos de apoio no continente, que nos dariam socorro em caso de problemas durante a travessia (marinas que oferecem serviço de “reboque”); estudamos detalhadamente as “cartas náuticas” e definimos nossa rota (chamada de “derrota” no meio Náutico) --- só nos faltava estudar as condições climáticas (condição do mar, vento e previsão do tempo), o que só poderia ser feito dias antes da viagem.

 

Para facilitar as coisas nossa decisão foi dividir o percurso em dois. Num primeiro dia iríamos de ILHABELA até UBATUBA (Saco da Ribeira), onde a média de tempo de navegação é de 1 hora (para lanchas rápidas). De lá, quando as condições climáticas fossem adequadas, sairíamos para PARATY bem ao amanhecer, momento em que o mar costuma ser mais calmo e os ventos mais brandos.

No mar, se você tem uma boa embarcação, você pode ir pra onde quiser!! Mas NÃO quando quiser... portanto programamos essa aventura nas nossas férias, momento em que poderíamos esperar por uma necessária “janela de tempo bom” para fazer a travessia. E se fosse o caso estávamos dispostos a atrasar o passeio ou até mesmo cancelar no caso do MAR dizer não.

Pois é... as vezes o MAR fala, e fala alto. Mas dessa vez a permissão nos foi concedida!

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Saímos de Caraguatatuba na tarde do dia 28-FEV-2009 com destino a Ubatuba (após enrolar um tempão revisando os últimos detalhes do barco).

Não deu outra, vento e mar na cara. Navegação dura por mais de 1 hora. Chegamos bem na marina que reservamos (no Saco da Ribeira) mas um pouco assustados com as condições do mar, torcendo para se confirmar a previsão do dia seguinte (mar calmo e sem vento). A noite foi mal dormida devido a ansiedade.


Pouco depois das 5 da manhã do dia 01-MAR-2010 eu estava de pé. Passei no banheiro da marina, acordei a Mille e arrumei rapidamente as coisas para sair o mais cedo possível. Saímos às 6:15 da manhã, ainda tomando um rápido café-da-manhã.


O mar estava um tapete!! Mas a ansiedade era alta... já estávamos preparados pra pegar um mar chato entre a Ponta Negra e a Ponta do Joatinga.


Pra nossa sorte, não encontramos mar agitado, nem vento. Fomos presenteados com mar de almirante o tempo todo! Passamos pela “temida” Ponta do Joatinga rápido como um foguete.


Chegamos em PARATY (Marina Pier 46) em pouco mais de 2 horas de navegação. Desembarcamos e fomos conhecer a marina. Local simples mas com toda a infra-estrutura da qual precisávamos. Pra quem estava acostumado a dormir no barco usando as poitas do Saco da Capela, dormir parado no píer da marina com banheiro, chuveiro com água quente e Internet disponível era como se fosse um hotel 5 estrelas!!!

Uma vez que chegamos (bem) ao nosso destino, a única preocupação era não ter um GPS com “chart plotter” que nos permitiria ver em tempo real as cartas náuticas da região. Nos dias de hoje eu não faria tal viagem sem esse equipamento que na minha opinião é indispensável para navegar em regiões desconhecidas e evitar lajes e pedras submersas. Sabendo da fama da região quanto a esses “obstáculos”, antes de sair para qualquer destino nós consultávamos as cartas náuticas usando principalmente o notebook onde tínhamos as cartas náuticas digitalizadas fornecidas gratuitamente pela Marinha. Também tomávamos o cuidado de perguntar para o pessoal local sobre os “perigos” e dicas da navegação que pretendíamos fazer.

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Já no primeiro dia fomos visitar algumas praias em PARATY. Estávamos cansados devido a travessia e a “tensão” da primeira vez... Fomos somente até a Praia Vermelha e já ficamos impressionados com a beleza do local!



No dia 03-MAR chegou o Alemão (amigão da Marina Caçula de Caraguatatuba, onde fica nossa lancha) com a namorada e o Sylvio, que também virou amigão nosso. Eles dormiram na pousada ao lado da marina onde estávamos. Passamos o dia em PARATY, mostrando o que tínhamos visto de melhor pra eles e conhecendo novos lugares. Adoramos o Saco da Velha e o Saco do Mamanguá.






Na volta do passeio, navegando em direção a marina, ainda vimos um montão de golfinhos!!

No dia 04-MAR chegou também o Adair e a Lica (pais da Jamille).


Fomos todos (em 7 pessoas) navegando para ILHA GRANDE. Na ponta da ilha encontramos um lugar maravilhoso, não catalogado no “guia” da Revista. Ficamos de boca aberta com a beleza do local. Parece que a ilha preparou aquele local, cenário montado, para recepcionar a gente.






A cada nova praia visitada a reação era a mesma... UAU! Lagoa Verde, Lagoa Azul, Saco do Céu, Abraão...






Ficamos 2 dias na ILHA GRANDE e no último dia ainda fomos conhecer Ilhas Botinas e Praia do Dentista. Sem comentários... Coisa de outro mundo.











Voltamos para PARATY pois o pessoal tinha que retornar ao trabalho, mas nós NÃO.. Como é bom estar de férias!

Os pais da Jamille ainda ficaram 1 dia com a gente. Mostramos as praias de PARATY pra eles. Nesse dia, na Praia Vermelha, após um almoço delicioso e uma dose intensa de “preguiça”, voltamos nadando para o barco para pegar o dinheiro pra pagar o quiosque onde almoçamos.

Levei o barco quase até a areia para a Jamille descer e pagar o quiosque, só que na hora de descer, pela frente do barco, um (grande) susto: Ela, sentada bem na proa do barco, desceu “escorregando” evitando “saltar” direto na areia... mas o biquíni “enroscou” no cunho (gancho usado para amarrar o cabo da âncora) e ela ficou pendurada, pela cintura, com a cabeça e os pés “indo e voltando” como numa gangorra!!!!!!! Segundos depois, após ir e voltar umas 3 ou 4 vezes, parte do biquíni rasgou e ela (tibum), caiu... só um susto... um grande susto... ficou a lição.

No mesmo dia os pais da Jamille voltaram pra São Paulo. Ficamos novamente sozinhos, curtimos mais um pouco de PARATY!

No dia 7-MAR chegou o Fabio e a Kelli, casal de amigos de longa data, praticamente irmãos. Fizemos um passeio em PARATY, jantamos numa pizzaria no centro histórico -- simplesmente uma das melhores pizzas que já comemos -- e já no dia seguinte fomos pra ANGRA.

Fomos direto para Ilhas Botinas, achando que não teria nada melhor que aquilo...



Mas nos enganamos! Após as Ilhas Botinas resolvemos passar na até então desconhecida (pra gente) Ilha de Cataguás.... ficamos assustados.... eita lugar bonito!!!!!!






Entendi que é inútil tentar “classificar” as belezas daquela região. Lá não existe o local “mais bonito”. Existe cada lugar, cada ilha, cada cantinho; tudo misteriosamente criado, na mais completa harmonia, provavelmente por um capricho de Deus, que dos 7 dias deve ter perdido pelo menos uns 3 dias criando aquela região...










Ficamos mais 4 dias entre ANGRA e ILHA GRANDE.


Retornamos para PARATY no dia 11-MAR. Nossos amigos foram embora, curtimos mais um pouco de PARATY e começamos a nos preparar para a travessia de fim de férias... retorno para CARAGUATATUBA e volta ao trabalho, em São Paulo.

Retornamos no dia 13-MAR, com uma previsão de tempo/mar/vento um pouco pior do que a previsão da ida. A navegação do retorno entre PARATY e UBATUBA não estava tão boa quanto na ida, mas ainda assim podemos considerar que estava bem favorável. Em alguns momentos mantivemos os mesmos 25 nós e em outros tivemos que reduzir um pouco (20-22 nós).


Fim do passeio... mas não sem antes dar uma paradinha em UBATUBA!! Curtimos algumas praias da Ilha Anchieta e retornamos para nossa marina no final da tarde.

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Curtimos PARATY, ANGRA DOS REIS, ILHA GRANDE e arredores durante 2 semanas... dormindo numa lanchinha de 21 pés... férias inesquecíveis!! Essa experiência naquele paraíso mexeu (muito) com a gente.

Grande abraço ;)
Fernando e Jamille Previdi